Antes de morrer, Preta Gil chegou a imaginar como gostaria que fosse sua despedida. A revelação aparece no documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, lançado na segunda-feira (20) pela GloboPlay, um ano após a morte da cantora, que enfrentou um câncer no intestino.
Em uma conversa com o empresário e amigo Marcello Azevedo, a artista falou sobre o tema de forma leve e bem-humorada, deixando claro que não desejava uma cerimônia marcada apenas pela tristeza. Para Preta, o momento deveria reunir música, pessoas queridas e celebração.
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“Eu quero uma coisa muito chique no velório. Eu quero uma coisa assim: festiva, drinks…”, afirmou a cantora durante o registro, arrancando risadas das pessoas que estavam ao seu redor.
Na conversa, Preta também imaginou uma despedida com muita música e chegou a brincar sobre a possibilidade de o caixão estar em cima de um trio elétrico enquanto amigos e familiares prestavam homenagens.
A cantora revelou ainda que gostaria de ser cremada e que suas cinzas fossem divididas entre pessoas próximas, como uma forma de manter sua presença simbólica na vida daqueles que amava.
Após sua morte, parte do que Preta havia imaginado acabou se tornando realidade. O velório foi realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação de familiares, amigos, artistas e fãs que foram prestar as últimas homenagens.
Depois da cerimônia, o corpo foi levado em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, em um cortejo marcado por manifestações de carinho e reconhecimento pela trajetória da cantora.
A despedida também teve um espaço dedicado à convivência entre os convidados, com bebidas e um ambiente pensado para celebrar a história de Preta Gil, em sintonia com o desejo que ela havia compartilhado antes de partir.



