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POLÍTICA Sexta-feira, 03 de Julho de 2026, 11:06 - A | A

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ATÉ AGORA SEM RESPOSTAS

Sindicato lança abaixo-assinado e reforça pressão por CPI dos consignados na Assembleia

Mobilização busca apoio popular para investigação sobre contratos de crédito consignado e cartões de benefício

Tangará Online
Redação
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O Sindicato dos Servidores da Área Meio do Poder Executivo (Sinpaig) iniciou uma mobilização virtual para ampliar a pressão pela instalação da chamada CPI dos Consignados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A iniciativa pretende reunir assinaturas para solicitar que os deputados estaduais investiguem a atuação da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) no credenciamento de empresas que operam crédito consignado e cartões de benefício destinados aos servidores públicos.

Segundo a entidade sindical, a comissão parlamentar teria como foco apurar possíveis falhas na fiscalização dos contratos firmados com empresas investigadas por supostas fraudes que teriam causado prejuízos financeiros ao funcionalismo estadual.

A campanha foi lançada após representantes de sindicatos se reunirem com a desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, poucos dias depois de uma manifestação realizada em frente ao prédio da Corte.

Durante o encontro, os dirigentes sindicais solicitaram prioridade na análise de ações relacionadas ao caso e defenderam que os servidores foram vítimas de um esquema de grandes proporções.

Entre os pedidos em análise pelo Judiciário está a suspensão dos descontos em folha vinculados à empresa Capital Consig e demais integrantes do mesmo grupo econômico. A medida foi requerida pelo escritório que representa as entidades sindicais.

De acordo com o Sinpaig, a empresa investigada não teria apresentado toda a documentação necessária para uma auditoria determinada pela Seplag, respaldada por decisão judicial.

O presidente do sindicato, Antônio Wagner, afirmou que o caso possui características excepcionais e defendeu que as investigações avancem tanto na esfera judicial quanto no Legislativo, por meio da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

O abaixo-assinado permanece disponível de forma virtual e poderá ser acessado por qualquer cidadão interessado em apoiar a proposta de instalação da CPI.

 


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