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POLÍTICA Quarta-feira, 08 de Julho de 2026, 16:33 - A | A

Quarta-feira, 08 de Julho de 2026, 16h:33 - A | A

DIVERGÊNCIAS INTERNAS

Deputado aposta em candidatura própria do União Brasil e minimiza possibilidade de racha na sigla

Júlio Campos afirma que eventuais dissidências serão tratadas com liberdade dentro do partido

Ana Carolina Guerra
Tangará Online
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O deputado estadual Júlio Campos afirmou que a maior parte dos convencionais do União Brasil defende que a legenda lance candidatura própria ao Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. Segundo ele, a estratégia fortalece o partido na disputa pelos cargos proporcionais e deve receber amplo apoio durante a convenção.

De acordo com o parlamentar, dos 50 convencionais com direito a voto, aproximadamente 35 deverão se posicionar favoravelmente à candidatura própria. Júlio Campos argumenta que a decisão é importante para ampliar a competitividade do União Brasil tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.

"Nós acreditamos que a grande maioria dos votantes prefere a candidatura própria. Nós, deputados estaduais, precisamos dessa candidatura para manter uma bancada forte na Assembleia. O mesmo acontece com os deputados federais, que terão melhores condições de ampliar a representação do partido", afirmou.

O deputado também comentou a possibilidade de divergências internas caso a tese da candidatura própria seja aprovada. Para ele, eventuais dissidências são naturais no processo político e não devem comprometer a unidade da legenda.

Segundo Júlio Campos, integrantes que optarem por apoiar o vice-governador Octaviano Pivetta não sofrerão qualquer tipo de punição. Ele destacou que situações semelhantes ocorrem em outras siglas e que a liberdade política deverá prevalecer dentro do partido.

"O próprio ex-governador Mauro Mendes já tem assegurada a liberdade para apoiar o candidato de sua preferência. Não haverá problema quanto a isso", declarou.

Júlio Campos ainda ressaltou que as divergências não são exclusivas do União Brasil e citou outros partidos que também convivem com diferentes posicionamentos internos durante o período de definição das candidaturas. Para ele, o importante é que a decisão da convenção seja respeitada, preservando a unidade da legenda para a disputa eleitoral de 2026.


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