03 de Agosto de 2026

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POLÍTICA Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026, 10:58 - A | A

Segunda-feira, 03 de Agosto de 2026, 10h:58 - A | A

ELEIÇÃO 2026

Após vitória na convenção do União Brasil, Otaviano Pivetta pode ganhar força e disparar nas pesquisas

Apoio do União Brasil fortalece projeto de reeleição e amplia o arco político do governador na corrida pelo Palácio Paiaguás

Maykom Milas
Tangará Online

Reprodução

mauro e jayme

A vitória política de Otaviano Pivetta na convenção estadual do União Brasil, realizada nesta quinta-feira (30), poderá provocar uma nova mudança de cenário na disputa pelo Governo de Mato Grosso. Por 30 votos a 19, os convencionais rejeitaram a candidatura própria do senador Jayme Campos e aprovaram o apoio da legenda ao projeto de reeleição de Pivetta, atual governador e pré-candidato pelo Republicanos.

O resultado representa uma importante vitória para o grupo liderado pelo ex-governador Mauro Mendes, que vinha defendendo publicamente a manutenção da aliança com Pivetta. A decisão também encerra, pelo menos dentro da convenção estadual do União Brasil, uma das principais disputas internas que movimentavam a sucessão estadual.

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A principal consequência política da decisão é a ampliação do grupo que poderá sustentar a candidatura de Pivetta.

Antes da convenção, o cenário ainda apresentava forte incerteza. O União Brasil discutia entre lançar Jayme Campos ao Governo ou apoiar Pivetta. A votação colocou fim à disputa interna e deu ao governador um importante reforço político justamente no momento em que as candidaturas começam a ser consolidadas.

Para Pivetta, a conquista pode significar aumento de estrutura, maior presença nos municípios e ampliação da capacidade de mobilização eleitoral.

Na prática, a decisão também coloca o grupo governista em uma posição mais confortável para avançar nas negociações com outras siglas.

A grande expectativa agora está voltada para os próximos levantamentos eleitorais.

A vitória do grupo de Pivetta no União Brasil não significa, automaticamente, que haverá uma disparada nas pesquisas. Entretanto, o resultado pode produzir efeitos importantes sobre a percepção do eleitorado, especialmente porque a disputa começa a ficar mais definida.

Uma candidatura que passa a contar com o apoio formal de uma legenda de peso e com uma estrutura política mais ampla tende a ganhar maior exposição pública.

Esse movimento poderá ser medido nas próximas pesquisas, principalmente nos índices de intenção de voto, rejeição e conhecimento dos candidatos.

Levantamento do Instituto Veritá divulgado recentemente mostrou Pivetta na liderança do cenário espontâneo, com 35,4%, enquanto Wellington Fagundes apareceu com 24,5% e Jayme Campos com 10,4%. No cenário estimulado, porém, Fagundes liderava com 40,5%, mostrando que a corrida ainda apresenta diferenças importantes conforme a metodologia utilizada.

Por isso, os próximos levantamentos terão papel fundamental para verificar se a vitória política obtida na convenção será convertida em crescimento eleitoral.

Outro elemento importante é a influência de Mauro Mendes dentro do grupo político.

O ex-governador, que deixou o cargo para disputar o Senado, vinha trabalhando para manter a aliança com Pivetta. A decisão do União Brasil representa, portanto, uma vitória também para sua estratégia política.

O resultado de 30 a 19 demonstra que a posição defendida por Mendes conseguiu superar a tentativa de Jayme Campos de levar o partido a uma candidatura própria ao Governo.

A partir de agora, a tendência é que o grupo concentre esforços na construção de uma ampla aliança eleitoral.

Para transformar a força partidária em votos, Pivetta terá pela frente uma tarefa decisiva: ampliar sua presença no interior de Mato Grosso.

A experiência política do governador, sua passagem pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde e sua atuação no governo estadual serão elementos que deverão ser explorados durante a campanha.

A capacidade de reunir prefeitos, vereadores, lideranças empresariais, produtores rurais e representantes de diferentes regiões poderá fazer diferença em uma eleição estadual.

O apoio do União Brasil pode facilitar esse processo, oferecendo uma estrutura política mais abrangente para a campanha.

Embora a vitória na convenção seja significativa, a eleição começa agora uma nova etapa.

Os adversários terão tempo para reorganizar suas estratégias e apresentar alternativas ao eleitor. A candidatura de Pivetta também estará sujeita ao desgaste natural de uma campanha eleitoral, às críticas dos adversários e à avaliação da população sobre a administração estadual.

Por isso, a expectativa de uma “disparada” nas pesquisas precisa ser tratada como uma possibilidade política, e não como resultado já confirmado.

Se os próximos levantamentos mostrarem crescimento consistente de Pivetta após a definição do apoio do União Brasil, ficará evidente que a vitória na convenção produziu impacto eleitoral.

O fato é que Pivetta chega ao início de agosto em uma situação politicamente diferente daquela que enfrentava semanas atrás.

O governador conseguiu consolidar o apoio do União Brasil, derrotou internamente o grupo que defendia candidatura própria de Jayme Campos e ganhou mais espaço para construir uma aliança competitiva.

Agora, a disputa deixa de ser apenas uma batalha de bastidores e começa a ser travada diretamente diante do eleitor.

Se a força demonstrada nas convenções se transformar em votos, os próximos levantamentos poderão confirmar uma nova tendência: Otaviano Pivetta entrando em uma trajetória de crescimento e se fortalecendo cada vez mais na corrida pelo Governo de Mato Grosso.

Wellington Fagundes não aceita Janaína Riva como vice de Pivetta? Composição pode provocar racha no grupo político

Reprodução

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Possível aliança entre Pivetta e Janaína Riva aumenta tensão nos bastidores e pode colocar Wellington diante de uma difícil decisão eleitoral

A disputa pelo Governo de Mato Grosso ganhou um novo capítulo com o avanço das articulações para que a deputada estadual Janaína Riva, do MDB, seja candidata a vice-governadora na chapa encabeçada pelo governador Otaviano Pivetta, do Republicanos.

A possibilidade de composição vem ganhando força nos bastidores e já é tratada por lideranças partidárias como uma alternativa bastante competitiva para a eleição de 2026.

O problema é que a eventual escolha de Janaína como vice de Pivetta coloca uma situação politicamente delicada para o senador Wellington Fagundes, do PL, que também pretende disputar o Palácio Paiaguás e é sogro da deputada.

Embora não haja confirmação pública de que Wellington tenha formalmente vetado a participação de Janaína na chapa de Pivetta, a composição cria inevitavelmente um conflito de interesses políticos dentro de uma mesma família e pode aumentar a disputa entre os dois projetos.

Nos últimos dias, as articulações em torno do nome de Janaína ganharam velocidade.

Fontes políticas ouvidas pela imprensa apontam que dirigentes do Republicanos e do MDB trabalham para viabilizar a composição. O próprio Pivetta passou a admitir publicamente a importância estratégica da deputada e mantém seu nome no radar para a vaga de vice ou até para outra posição na chapa majoritária.

A movimentação ganhou ainda mais força depois da definição do União Brasil, que decidiu apoiar o projeto de reeleição de Pivetta. Com isso, o governador passou a ter maior espaço para ampliar sua aliança e buscar novos partidos para fortalecer a chapa.

A possível escolha de Janaína como vice coloca Wellington Fagundes diante de uma situação politicamente complexa.

De um lado, o senador trabalha para construir sua própria candidatura ao Governo. De outro, sua nora pode decidir integrar justamente a chapa de um dos principais adversários na disputa pelo Palácio Paiaguás.

A situação pode gerar desconforto dentro do campo político e obrigar Wellington a adotar uma postura ainda mais clara sobre sua estratégia eleitoral.

Caso Janaína aceite ser vice de Pivetta, a tendência é que ela deixe de lado o projeto de disputar o Governo ou outras posições majoritárias para participar diretamente da chapa governista.

O maior risco para o grupo de Wellington é justamente uma ruptura política.

A eventual aliança Pivetta-Janaína pode dividir apoios que hoje circulam entre diferentes grupos e provocar mudanças nas articulações partidárias.

O MDB já vinha conversando tanto com Wellington quanto com Pivetta. A presidente estadual da legenda, Janaína Riva, confirmou que o partido avaliava os dois projetos para definir qual composição seria mais vantajosa.

Com o avanço da negociação para que Janaína seja vice de Pivetta, entretanto, o cenário começa a mudar.

Uma decisão nesse sentido representaria uma demonstração clara de que o MDB estaria disposto a caminhar com Pivetta na disputa pelo Governo.

Do ponto de vista eleitoral, a entrada de Janaína na chapa de Pivetta teria potencial para ampliar o alcance da candidatura.

A deputada possui presença política consolidada, especialmente no interior do Estado, além de representar uma parcela importante do eleitorado feminino.

Uma chapa formada por Pivetta e Janaína também poderia reunir diferentes grupos políticos e apresentar ao eleitor uma composição capaz de dialogar com setores distintos da sociedade.

Por isso, a negociação é considerada estratégica pelos aliados do governador.

A eventual composição também poderá alterar o equilíbrio da eleição.

Levantamentos anteriores mostram que Wellington e Pivetta já apareciam entre os principais nomes da disputa. Em pesquisa divulgada em março de 2026, por exemplo, um cenário de segundo turno apontava Wellington à frente de Pivetta, mostrando que a disputa ainda estava aberta e dependia da formação das alianças.

Com a aproximação entre Pivetta e Janaína, entretanto, os números poderão mudar à medida que os candidatos consolidarem suas chapas.

A entrada da deputada como vice poderá transferir parte de sua força política para o projeto de Pivetta e, consequentemente, dificultar a estratégia de Wellington.

O episódio ganhou uma dimensão ainda maior porque envolve relações familiares.

Wellington e Janaína estão ligados por laços familiares, mas, em uma eleição majoritária, os interesses políticos podem seguir caminhos diferentes.

A possível escolha de Janaína por Pivetta demonstra como as eleições de 2026 estão produzindo alianças que podem superar antigas divisões e, ao mesmo tempo, provocar afastamentos entre grupos que antes caminhavam próximos.

A política, nesse caso, poderá falar mais alto que as relações partidárias tradicionais.

Agora, todas as atenções estão voltadas para a decisão da deputada.

Caso aceite o convite para ser vice de Pivetta, Janaína poderá se transformar em uma das peças mais importantes da eleição estadual.

Caso opte por permanecer ao lado de Wellington ou seguir outro caminho, o desenho da disputa poderá mudar novamente.

O MDB marcou sua convenção para 4 de agosto, quando deverá definir sua posição eleitoral e a composição da chapa majoritária.

A possível chapa Pivetta-Janaína mostra que a eleição de 2026 entrou definitivamente em uma fase de decisões.

Pivetta busca ampliar sua aliança depois de consolidar o apoio do União Brasil. Wellington tenta manter sua candidatura competitiva e ampliar o grupo político em torno de seu nome. E Janaína aparece como uma das principais peças desse tabuleiro.

Se a composição entre Pivetta e Janaína for confirmada, Wellington terá de decidir se mantém sua candidatura, busca uma nova aliança ou tenta reorganizar sua estratégia.

Mais do que a escolha de um vice, a decisão poderá representar uma nova divisão do mapa político de Mato Grosso e transformar a disputa pelo Governo em uma eleição ainda mais acirrada.

Wellington Fagundes não aceita Janaína Riva como vice de Pivetta? Composição pode provocar racha no grupo político

Possível aliança entre Pivetta e Janaína Riva aumenta tensão nos bastidores e pode colocar Wellington diante de uma difícil decisão eleitoral

A disputa pelo Governo de Mato Grosso ganhou um novo capítulo com o avanço das articulações para que a deputada estadual Janaína Riva, do MDB, seja candidata a vice-governadora na chapa encabeçada pelo governador Otaviano Pivetta, do Republicanos.

A possibilidade de composição vem ganhando força nos bastidores e já é tratada por lideranças partidárias como uma alternativa bastante competitiva para a eleição de 2026.

O problema é que a eventual escolha de Janaína como vice de Pivetta coloca uma situação politicamente delicada para o senador Wellington Fagundes, do PL, que também pretende disputar o Palácio Paiaguás e é sogro da deputada.

Embora não haja confirmação pública de que Wellington tenha formalmente vetado a participação de Janaína na chapa de Pivetta, a composição cria inevitavelmente um conflito de interesses políticos dentro de uma mesma família e pode aumentar a disputa entre os dois projetos.

Nos últimos dias, as articulações em torno do nome de Janaína ganharam velocidade.

Fontes políticas ouvidas pela imprensa apontam que dirigentes do Republicanos e do MDB trabalham para viabilizar a composição. O próprio Pivetta passou a admitir publicamente a importância estratégica da deputada e mantém seu nome no radar para a vaga de vice ou até para outra posição na chapa majoritária.

A movimentação ganhou ainda mais força depois da definição do União Brasil, que decidiu apoiar o projeto de reeleição de Pivetta. Com isso, o governador passou a ter maior espaço para ampliar sua aliança e buscar novos partidos para fortalecer a chapa.

A possível escolha de Janaína como vice coloca Wellington Fagundes diante de uma situação politicamente complexa.

De um lado, o senador trabalha para construir sua própria candidatura ao Governo. De outro, sua nora pode decidir integrar justamente a chapa de um dos principais adversários na disputa pelo Palácio Paiaguás.

A situação pode gerar desconforto dentro do campo político e obrigar Wellington a adotar uma postura ainda mais clara sobre sua estratégia eleitoral.

Caso Janaína aceite ser vice de Pivetta, a tendência é que ela deixe de lado o projeto de disputar o Governo ou outras posições majoritárias para participar diretamente da chapa governista.

O maior risco para o grupo de Wellington é justamente uma ruptura política.

A eventual aliança Pivetta-Janaína pode dividir apoios que hoje circulam entre diferentes grupos e provocar mudanças nas articulações partidárias.

O MDB já vinha conversando tanto com Wellington quanto com Pivetta. A presidente estadual da legenda, Janaína Riva, confirmou que o partido avaliava os dois projetos para definir qual composição seria mais vantajosa.

Com o avanço da negociação para que Janaína seja vice de Pivetta, entretanto, o cenário começa a mudar.

Uma decisão nesse sentido representaria uma demonstração clara de que o MDB estaria disposto a caminhar com Pivetta na disputa pelo Governo.

Do ponto de vista eleitoral, a entrada de Janaína na chapa de Pivetta teria potencial para ampliar o alcance da candidatura.

A deputada possui presença política consolidada, especialmente no interior do Estado, além de representar uma parcela importante do eleitorado feminino.

Uma chapa formada por Pivetta e Janaína também poderia reunir diferentes grupos políticos e apresentar ao eleitor uma composição capaz de dialogar com setores distintos da sociedade.

Por isso, a negociação é considerada estratégica pelos aliados do governador.

A eventual composição também poderá alterar o equilíbrio da eleição.

Levantamentos anteriores mostram que Wellington e Pivetta já apareciam entre os principais nomes da disputa. Em pesquisa divulgada em março de 2026, por exemplo, um cenário de segundo turno apontava Wellington à frente de Pivetta, mostrando que a disputa ainda estava aberta e dependia da formação das alianças.

Com a aproximação entre Pivetta e Janaína, entretanto, os números poderão mudar à medida que os candidatos consolidarem suas chapas.

A entrada da deputada como vice poderá transferir parte de sua força política para o projeto de Pivetta e, consequentemente, dificultar a estratégia de Wellington.

O episódio ganhou uma dimensão ainda maior porque envolve relações familiares.

Wellington e Janaína estão ligados por laços familiares, mas, em uma eleição majoritária, os interesses políticos podem seguir caminhos diferentes.

A possível escolha de Janaína por Pivetta demonstra como as eleições de 2026 estão produzindo alianças que podem superar antigas divisões e, ao mesmo tempo, provocar afastamentos entre grupos que antes caminhavam próximos.

A política, nesse caso, poderá falar mais alto que as relações partidárias tradicionais.

Agora, todas as atenções estão voltadas para a decisão da deputada.

Caso aceite o convite para ser vice de Pivetta, Janaína poderá se transformar em uma das peças mais importantes da eleição estadual.

Caso opte por permanecer ao lado de Wellington ou seguir outro caminho, o desenho da disputa poderá mudar novamente.

O MDB marcou sua convenção para 4 de agosto, quando deverá definir sua posição eleitoral e a composição da chapa majoritária.

A possível chapa Pivetta-Janaína mostra que a eleição de 2026 entrou definitivamente em uma fase de decisões.

Pivetta busca ampliar sua aliança depois de consolidar o apoio do União Brasil. Wellington tenta manter sua candidatura competitiva e ampliar o grupo político em torno de seu nome. E Janaína aparece como uma das principais peças desse tabuleiro.

Se a composição entre Pivetta e Janaína for confirmada, Wellington terá de decidir se mantém sua candidatura, busca uma nova aliança ou tenta reorganizar sua estratégia.

Mais do que a escolha de um vice, a decisão poderá representar uma nova divisão do mapa político de Mato Grosso e transformar a disputa pelo Governo em uma eleição ainda mais acirrada.


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