Um homem foi preso na noite desta terça-feira (11), suspeito de roubar cinco pacotes grandes de fraldas de uma farmácia no bairro Bela Vista, em Cuiabá. O caso aconteceu por volta das 21h30.
Segundo o registro da ocorrência, o homem teria entrado na unidade usando um capacete e anunciado o assalto. Conforme o relato das funcionárias, ele levantou a camisa e fez menção de estar armado, sem que uma arma fosse efetivamente localizada com ele.
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Após pegar os produtos, o suspeito deixou a farmácia correndo e seguiu em direção ao bairro Carumbé.
As equipes foram acionadas e receberam informações sobre as características do suspeito. Um policial militar que havia percebido a ocorrência antes da chegada das viaturas teria acompanhado o homem pelas proximidades, junto com populares.
O suspeito foi localizado e detido na Rua 14, no bairro Bela Vista.
De acordo com o registro, os funcionários da farmácia reconheceram o homem por meio de fotografias apresentadas após a abordagem. Inicialmente, porém, os produtos levados não estavam com ele.
Durante a análise das imagens de segurança, foi confirmado que o suspeito teria entrado no estabelecimento usando capacete e saído com os cinco pacotes de fraldas.
Questionado sobre os produtos, ele teria dito que os havia jogado durante a fuga.
Os policiais refizeram o trajeto indicado e encontraram os cinco pacotes escondidos em um terreno baldio, nos fundos da farmácia, sob algumas caixas de papelão. Os produtos foram recuperados.
O homem foi levado à Central de Flagrantes, junto com os materiais recuperados e uma representante do estabelecimento.
O registro também aponta que o homem apresentava diversas escoriações pelo corpo. Questionado sobre os ferimentos, ele afirmou que havia sido agredido antes do roubo, após um desentendimento com a esposa.
A informação foi registrada na ocorrência para que a autoridade responsável avalie as circunstâncias das lesões.
O caso foi registrado como roubo e o suspeito ficou à disposição das autoridades para os procedimentos previstos. A prisão em flagrante não representa condenação, e a responsabilidade pelo crime deverá ser definida pela Justiça.



