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GERAL Segunda-feira, 13 de Julho de 2026, 16:02 - A | A

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CNH ESTAVA SUSPENSA

Motorista que matou criança de 4 anos já tinha sido punido por dirigir alcoolizado, aponta Justiça

Decisão que manteve prisão preventiva de Gabriel Dombski Welter cita histórico de infrações

Tangará Online
Redação
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A Justiça manteve a prisão preventiva de Gabriel Dombski Welter, de 21 anos, motorista envolvido no acidente que matou uma criança de 4 anos em Sorriso, no norte de Mato Grosso. A decisão levou em consideração que o jovem já havia sido autuado anteriormente por dirigir sob efeito de álcool e estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa no momento da colisão.

Conforme a decisão judicial, registros do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) indicam que Gabriel foi flagrado dirigindo alcoolizado em 2025. Na ocasião, o teste do bafômetro apontou presença de álcool acima do permitido, resultando em medidas administrativas contra o condutor.

A suspensão do direito de dirigir foi aplicada posteriormente, mas, segundo a Justiça, o motorista voltou a conduzir um veículo mesmo sem autorização legal. O magistrado considerou que a situação demonstra um histórico de descumprimento das normas de trânsito e indicaria risco de reincidência.

Na avaliação judicial, o caso não seria apenas uma ocorrência isolada, já que o investigado teria sido anteriormente advertido e penalizado por conduta semelhante. A decisão destaca que o acidente resultou na morte de uma criança e deixou outros integrantes da família feridos.

O acidente aconteceu na Avenida Blumenau, em Sorriso. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o veículo da família reduziu a velocidade e foi atingido na traseira pelo carro conduzido por Gabriel.

Com a força da batida, o automóvel onde estava a criança foi arremessado e acabou rodando na pista. O menino Gabriel Gustavo dos Santos da Fontoura, de 4 anos, sofreu ferimentos graves e morreu no local.

Após a colisão, Gabriel Dombski permaneceu na cena do acidente e foi encaminhado para a delegacia. Segundo informações do caso, ele se recusou a realizar o teste do bafômetro e acabou preso em flagrante, tendo a prisão convertida em preventiva após audiência de custódia.

Em depoimento, o motorista afirmou que não se recordava da velocidade em que trafegava e alegou que não conseguiu visualizar o outro veículo a tempo de evitar a colisão.

A defesa informou que Gabriel colaborou com as autoridades e permaneceu no local durante o atendimento da ocorrência. O processo segue em andamento para apurar as responsabilidades pelo acidente.


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