A disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso também deixou uma extensa lista de candidatos na condição de suplentes. Entre os nomes que não ficaram com uma das cadeiras, Botelho (MDB) aparece com a maior votação, somando 37.359 votos.
Na sequência estão Paulo Araújo (Republicanos), com 30.338 votos, e Ari Lafin (Republicanos), que recebeu 29.408 votos.
Também aparecem entre os suplentes mais votados Jéssica Riva (MDB), com 25.979 votos; Alan Porto (Republicanos), com 24.742; Meraldo Sá (PODE), com 20.255; e Sargento Casarin (PODE), com 19.823 votos.
Ser suplente significa que o candidato não ocupa inicialmente uma das vagas disponíveis na Assembleia Legislativa, mas permanece na lista de candidatos que podem assumir uma cadeira em determinadas situações.
Isso pode acontecer, por exemplo, quando um deputado eleito deixa o cargo, assume outra função, se licencia ou fica temporariamente afastado. Nesses casos, a vaga pode ser ocupada por um suplente, seguindo as regras eleitorais e a ordem definida para a respectiva legenda ou federação.
Por isso, ficar como suplente não significa assumir automaticamente uma cadeira. A convocação depende da ocorrência de uma vaga ou afastamento e das regras aplicáveis a cada situação.
Os suplentes mais votados
Confira os nomes que tiveram as maiores votações entre os suplentes informados:
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Botelho (MDB) — 37.359 votos
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Paulo Araújo (Republicanos) — 30.338 votos
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Ari Lafin (Republicanos) — 29.408 votos
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Jéssica Riva (MDB) — 25.979 votos
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Alan Porto (Republicanos) — 24.742 votos
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Meraldo Sá (PODE) — 20.255 votos
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Sargento Casarin (PODE) — 19.823 votos
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Julio Campos (União) — 18.517 votos
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Juca do Guaraná (PSDB) — 17.349 votos
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Alex Rodrigues (PODE) — 17.013 votos
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Mauro Savi (PODE) — 15.663 votos
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Gilmar Fabris (PSD) — 15.541 votos
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Professor Allan Kardec (PODE) — 15.368 votos
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Zé Carlos do Pátio (PV) — 15.353 votos
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Rafael Machado (PODE) — 14.436 votos
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Wlad Mesquita (Republicanos) — 14.173 votos
Além desses, a relação inclui dezenas de outros candidatos de partidos como MDB, Republicanos, PODE, União, PSDB, PL, PSD, PT, PV, PCDOB e PP.
A lista completa reúne candidatos que tiveram votações bastante diferentes, desde milhares de votos até nomes que receberam menos de 100 votos.
A condição de suplente, portanto, mantém esses candidatos vinculados ao resultado eleitoral, mas não garante que eles assumirão uma cadeira na Assembleia Legislativa. Uma eventual convocação dependerá das circunstâncias que surgirem durante o mandato e da ordem de suplência correspondente.



