O sonho da casa própria vai muito além de um endereço, ele representa segurança, estabilidade e possibilidade de planejar um futuro. Neste 21 de agosto, celebra-se o Dia da Habitação, reacendendo o debate sobre como o acesso à moradia ganha uma dimensão social e econômica. Afinal, quando uma família deixa o aluguel e conquista seu imóvel, os efeitos ultrapassam as paredes da nova casa e chegam aos bairros, ao comércio e ao mercado de trabalho.
“Quando falamos de habitação, estamos falando também de desenvolvimento urbano. A construção de um empreendimento movimenta uma cadeia econômica ampla, gera empregos e contribui para a transformação das regiões onde está inserido”, destaca o gerente comercial da MRV, César Santos.
Em Mato Grosso, a MRV tem participado ativamente no desenvolvimento econômico por meio da habitação. Já são 60 empreendimentos lançados, somando 21.690 unidades habitacionais. Atualmente, 52.468 pessoas moram em um empreendimento MRV em Cuiabá e Várzea Grande, cidades onde a companhia atua no estado. Só na Capital, são 44 empreendimentos e um total de 15.778 unidades. Ou seja, a cada 19 pessoas, uma vive em um apartamento MRV, somando mais de 37 mil moradores.
O impacto econômico anda junto com os investimentos expressivos. Ainda segundo o executivo, o investimento da MRV em Mato Grosso já soma mais de R$ 1,4 bilhão em obras e R$ 95,3 milhões em contrapartidas urbanas.
Este ciclo também se traduz em geração de trabalho e renda. Os canteiros de obra da construtora já somaram na geração de mais de 15 mil empregos diretos e mais de 49 mil indiretos. São trabalhadores, fornecedores, prestadores de serviço que atuam na cadeia ligada à construção civil. Apenas em Cuiabá, foram 11.980 empregos diretos e 37.936 indiretos.
Além desse cenário de números macroeconômicos, a conquista do imóvel próprio significa uma mudança na relação com o orçamento doméstico de muitas famílias. Em vez de destinar todos os meses um valor ao aluguel, muitas vezes sem construir patrimônio, o financiamento de uma casa própria permite transformar esse recurso em um investimento no próprio futuro.
A segurança de ter um endereço definitivo também favorece o planejamento familiar e a criação de vínculos com a comunidade, transformando também a dinâmica dos bairros. Com a chegada de novas famílias, aumenta a demanda por mercados, farmácias, escolas, transporte, alimentação e outros serviços, criando oportunidades para pequenos negócios e estimulando a economia local. É um movimento que começa no sonho da casa própria, mas se espalha por diferentes setores da cidade.
“Nosso objetivo é que os projetos estejam cada vez mais conectados às necessidades das cidades e das famílias”, conclui César Santos.
A relação entre moradia e desenvolvimento urbano é especialmente importante em um país que ainda enfrenta o desafio de ampliar o acesso da população à habitação adequada. Por isso, o Dia da Habitação reflete a necessidade de olhar para a moradia como um ponto de partida para muitos brasileiros.



