11 de Julho de 2026

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VARIEDADES Sexta-feira, 10 de Julho de 2026, 14:35 - A | A

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MÁ INTENÇÃO DA VÍTIMA

Irmão de Virginia Fonseca se manifesta após condenação por importunação sexual e nega acusação

William Gusmão afirmou que não cometeu o crime pelo qual foi condenado pela Justiça de Goiás

Tangará Online
Redação
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William Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, se pronunciou nas redes sociais após ser condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). Em um vídeo publicado, ele negou as acusações e afirmou que não teve qualquer contato íntimo sem consentimento com Rauriceia Martins da Costa.

Durante a manifestação, William declarou que nunca tocou as partes íntimas da mulher e apresentou sua versão sobre o episódio ocorrido durante uma festa em Jussara (GO), em 2023. Segundo ele, o contato entre os dois aconteceu apenas durante registros de fotos.

O empresário afirmou que a mulher teria pedido novas fotografias e que suas mãos permaneceram nas costas dela durante os registros. Depois, segundo seu relato, ela teria retornado acompanhada de outra pessoa que estaria filmando a situação e iniciado uma discussão envolvendo sua família.

William também afirmou acreditar que a situação teria sido uma tentativa de prejudicá-lo. Ele disse que percebeu uma suposta intenção de criar um conflito e que decidiu se afastar do local.

“Eu nunca encostei nela dessa forma. O que aconteceu foi uma sequência de fotos e depois uma situação que eu não entendi”, declarou o irmão da influenciadora.

Na publicação, William ainda afirmou que considera ser a vítima do caso e questionou a forma como a denúncia foi apresentada. Segundo ele, havia seguranças no evento e a denunciante não teria procurado ajuda imediatamente, mas registrado imagens que posteriormente foram divulgadas.

A condenação ocorreu após a Justiça analisar um recurso apresentado pela vítima. O processo, que tramita desde 2023, envolvia dois episódios distintos de importunação sexual denunciados pelo Ministério Público de Goiás.

Segundo a decisão judicial, os desembargadores entenderam que havia provas suficientes para condenar William em relação ao primeiro episódio relatado. Já sobre o segundo fato investigado, a absolvição foi mantida por falta de elementos considerados suficientes para comprovação.

De acordo com a denúncia, o primeiro caso teria ocorrido durante uma festa chamada “Revoada”, quando Rauriceia pediu uma foto com William. Conforme o relato apresentado à Justiça, durante o momento do registro teria ocorrido o toque sem consentimento.

O segundo episódio teria acontecido posteriormente, em uma área próxima aos veículos, quando a vítima afirmou que William teria se aproximado novamente. Nesse ponto, os magistrados concluíram que não havia provas suficientes para confirmar a acusação.

Após a decisão, William afirmou que continuará defendendo sua versão e que pretende buscar os recursos cabíveis dentro da Justiça.


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