O senador Carlos Fávaro comemorou o reconhecimento oficial da China de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação. A medida é considerada um marco para a pecuária nacional e reforça a credibilidade sanitária do Brasil junto ao seu principal parceiro comercial.
A decisão tem forte impacto econômico, já que a China é o maior destino da carne bovina brasileira. Somente no último ano, o país asiático foi responsável por mais da metade das exportações do produto. O reconhecimento também encerra uma negociação sanitária que se arrastava há cerca de duas décadas e amplia as possibilidades de exportação de produtos bovinos e suínos.
“É uma notícia que nos enche de alegria. É a confirmação, vinda do nosso maior parceiro comercial, daquilo que a Organização Mundial de Saúde Animal já havia atestado. Um marco histórico para a pecuária do Brasil”, afirmou Fávaro.
Segundo o senador, a medida fortalece toda a cadeia produtiva ao reduzir barreiras sanitárias e ampliar o acesso ao mercado internacional. O avanço deve beneficiar pecuaristas, frigoríficos, transportadores e trabalhadores ligados ao setor.
Para Mato Grosso, maior produtor agropecuário do país, a decisão representa novas oportunidades de negócios, geração de empregos e aumento da renda no campo.
Fávaro também destacou que o Brasil tem mantido uma agenda ativa de abertura de mercados internacionais para os produtos nacionais. De acordo com ele, nos últimos anos foram conquistados 555 novos mercados para exportações brasileiras, resultado de negociações diplomáticas e trabalho técnico conduzido junto a parceiros comerciais.
O senador ressaltou ainda que o reconhecimento chinês demonstra a confiança internacional no sistema sanitário brasileiro e fortalece o protagonismo do país no comércio global de alimentos.
“Esse é o tamanho da responsabilidade que carrego e que o povo de Mato Grosso me confiou. Sigo no Senado para que o Brasil continue sendo protagonista no mundo e para que o nosso estado colha os frutos dessa posição. O trabalho segue e tem muito mais por vir”, concluiu.



