Um advogado foi preso ao tentar entrar na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, com chips de telefonia e bebida alcoólica escondidos. O material foi encontrado durante o procedimento de revista realizado antes do acesso à unidade prisional.
A identificação ocorreu por meio do scanner corporal utilizado na inspeção dos visitantes. Durante a análise das imagens, foram observados dois volumes suspeitos na região do corpo do advogado, o que levou os agentes responsáveis pela segurança a realizarem a abordagem.
Questionado sobre o conteúdo, o visitante informou que carregava dois recipientes com uísque, cada um com aproximadamente 100 mililitros. Segundo os responsáveis pela ocorrência, as embalagens teriam sido adaptadas a partir de recipientes utilizados originalmente para armazenamento de chips telefônicos.
Além da bebida alcoólica, também foram encontrados chips de telefonia que, conforme a suspeita inicial, seriam levados para o interior da penitenciária.
Após a apreensão do material, foram adotados os procedimentos administrativos previstos pelos protocolos de segurança da unidade. O advogado foi encaminhado para a delegacia, onde o caso deverá ser analisado e as medidas legais cabíveis serão tomadas.
A entrada de objetos não autorizados em unidades prisionais é considerada uma infração grave, já que materiais como celulares e chips podem ser utilizados para comunicação irregular dentro do sistema penitenciário.



