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14/01/2019 12:51 Diário Da Serra

SERVIDORES ESTADUAIS PODERÃO ENTRAR EM GREVE EM TANGARÁ

A informação divulgada pelo Fórum Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso articulando uma possível greve geral que deverá iniciar em fevereiro, poderá atingir também órgãos de Tangará da Serra. Na última semana, representantes do Fórum se reuniram com o governador Mauro Mendes (DEM) e não aceitaram a proposta de escalonamento de salários e o 13º de alguns servidores, que ainda não foi pago e cuja previsão é de que seja feito de forma parcelada até o mês de abril. Também querem a garantia de repasse da Revisão Geral Anual (RGA), pois entendem que o governador teria enviado à Assembleia Legislativa um projeto de lei “que congela” o benefício.


No setor da Segurança Pública em Tangará da Serra, a Polícia Judiciária Civil informou que há possibilidade de uma greve, no entanto tudo vai depender da negociação do governo com o Sindicato dos Servidores Públicos de Mato Grosso.  “O governo mandou um pacote de medidas prejudiciais aos servidores do estado sem uma prévia conversação com os mesmos”, disse o investigador  e representante do Sindicato da Polícia Civil em Tangará, André Luiz de Matos. Nesta segunda-feira, de acordo com ele, a categoria realizará uma assembleia e definirá se entrará em greve ou não.


Já no setor da Educação, a presidente da subsede do Sintep em Tangará da Serra, Francisca Alda, informou que se o atual governo não cumprir com a legislação,  a categoria vai entrar 2019 com uma greve. Ela explica que existe uma insatisfação geral dos servidores com a postura do governador Mauro Mendes, devido as condições que ele vem anunciando à categoria da Educação e demais funcionários públicos estaduais. Desta forma, ela frisa que os trabalhadores da Educação estão se organizando e nesta semana, se reunirão em Cuiabá para definir o planejamento estratégico do Sintep- MT. “No retorno, teremos uma assembleia e se o cenário continuar se agravando e o governador não cumprir com a legislação própria que tem os servidores da Educação - a 510/2013, que garante a correção salarial de 7,69%, além da RGA até 2024 - tudo indica que vai ter greve sim”, disse a presidente  que completou ainda que a Educação não vai admitir retirada de direitos.


A reportagem do DS buscou contato com as demais categorias, mas até o fechamento desta edição, não obtivemos respostas


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